Computação em nuvem

Tipos de computação em nuvem, e qual utilizar na sua empresa

O termo “computação em nuvem” foi utilizado pela primeira vez em 1997 pelo professor Ramnath Chellapa, mas o seu conceito remonta à década de 50. Apesar de já estar no mercado há algumas décadas, a Cloud Computing ganhou força a partir dos anos 2000 com uma premissa básica: permitir que dados, ferramentas, softwares e muito mais possam ser acessados de forma online, sendo armazenados em rede ao invés de estruturas físicas de cada empresa. Em 2020 vimos esse conceito ser ainda mais utilizado, dada a necessidade de acessar conteúdos e ferramentas de uma empresa em qualquer lugar do mundo, trabalhar neles, os atualizando e disponibilizando novamente para os necessários, e ainda, pela necessidade de vários colaboradores, por exemplo, trabalharem simultaneamente em um mesmo material de lugares distintos.

Um dos pontos chaves para a popularização da computação em nuvem, foram os benefícios tragos pela tecnologia tanto para o setor empresarial, quanto para o consumidor final. Nesse modelo de armazenamento o usuário paga apenas pelo que está utilizando, tornando a experiência totalmente personalizada à necessidade de cada um, trazendo economia em grande escala tanto para empresas quanto para usuários finais. Além disso, a computação em nuvem traz maior agilidade já que, como falado anteriormente, possibilita o acesso e manipulação das informações de qualquer lugar que esteja conectado. E ainda elasticidade, já que caso a sua necessidade mude, tendo a necessidade de aumentar ou diminuir os serviços contratados é possível de forma rápida e prática, não ficando preso à uma licença, mas apenas aos serviços que precisa, pelo tempo necessário.

Com um conceito tão amplo, foram feitas subdivisões para que abraçar cada necessidade, sendo essas as mais conhecidas:

Saas – Software as a Service

Esse modelo permite a contratação de softwares conforme sua necessidade. Não é necessário contratar uma licença completa, mas escolher as ferramentas que precisa daquele determinado software e ainda, as atualizações e suporte ficam a cargo da empresa terceirizada, responsável pela venda do software, trazendo economia e maior produtividade para a equipe.

Iaas – Infrastructure as a Service

Aqui é terceirizada a própria infraestrutura de datacenters, como servidores virtuais ao invés da compra de hardwares físicos. O modelo de cobrança geralmente é por quantidade de dados armazenados ou trafegados. Mas o modelo de serviço conforme sua necessidade permanece, é contratado por exemplo, apenas a quantidade de servidores que precisa para o tempo que precisa, sem se prender a uma compra de uma estrutura engessada.

PaaS – Platform as a Service

Esse modelo seria um intermediário entre o SaaS e IaaS. Aqui é contratado um software base, mas onde você pode desenvolver suas próprias ferramentas e aplicações, adequando-o à sua necessidade e utilizando também uma infraestrutura terceirizada. Normalmente esse tipo de solução é criada em linguagem de programação.

TaaS – Testing as a Service

Aqui há a terceirização dos ambientes de testes de determinadas soluções. Conhecida também como testes on-demand.